Antes de ontem, vinte horas trabalhando e desabo dormindo quase em comatose.

Na manhã seguinte, antes do despertador, o telefone toca. Ao fundo, o indefectível barulho do ambiente de telemarketing.

“Bom dia senhor, aqui é do Banco do Brasil.” – do qual não sou correntista.

Sono e um mau-humor abissal: “Não quero falar agora. Liga mais tarde.”

“Mais tarde quando, senhor?”

“Em dezembro.”

“Hummmnn… Ok.”

*click*