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Por ser carnaval, a área de acampamento que o Lex conhecia, mais ampla e espaçosa, estava tomada por outras barracas. Tivemos que montar a nossa num ponto antes de chegar à esta área, numa pequena clareira ao lado do rio. Como era em um trecho de passagem, durante a noite e no dia seguinte, tivemos várias visitas de ilustres desconhecidos no nosso acampamento.

Momento de montar a “casinha”:

photo by Vê

Nós levamos duas barracas para os casais e uma rede com uma Tarp Oca para a Vê. A montagem da rede demandou uma técnica um pouco mais apurada:

Macacos me mordam!! photo by Vê

E o resultado final, com a rede já com a cobertura:

E a corda virou varal - photo by Lex

O espaço interno é bastante confortável:

E com ótima luz para leitura! photo by Lex

A nossa “favelinha” já pronta, com o Lex já separando o material para o rango:

Detalhe do tripé com os camel backs.

Antes da janta, porém, deu para parar um pouco, curtir a tranqüilidade em meio ao nada e atualizar um pouco a leitura:

photo by Lex

photo by Lex

No dia seguinte pela manhã, hora da bóia com um senhor brunch. Viajando com a Jô, Lex e Vê, come-se muito, mas muito bem! Nada de miojo e outras tranqueiras tradicionais. Este foi o dia do Lex preparar um senhor omeletão:

No material de cozinha, a cafeteira italiana, que salvou nossas manhãs sonolentas - photo by Vê

O cheiro disso abriu (mais) o apetite - photo by Vê

Quase pronto. É só abafar mais um pouco - photo by Vê

E voilé! Isso estava uma delícia!! photo by Vê

Na janta da noite anterior, teve até sobremesa, de arroz doce e açaí:

Açaí reidratado ao luar - photo by Lex

Enquanto rolava a preparação da comida, acabei me “entretendo” com a resolução de um sério problema: a bota da Vê. Com a sola solta, teríamos problemas mais para frente no caminho de volta. Hora de um pouco de “MacGyverísmo” com o rolo de Silver Tape:

Hora de enfaixar o acidentado com Silver Tape - photo by Vê

Um pouco de calor para vulcanizar - photo by Jô

Bota de astronauta!

Quando terminei, fiquei na dúvida se o conserto agüentaria o tranco da trilha. Mas parece que meu remendo foi bem eficiente. A bota agüentou inteira até o final, quando teve o seu honroso “funeral viking”.

São MacGyver, rogai por nós!

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Descendo do ônibus, já entramos na trilha que sai direto da estrada. Este trecho ainda era bem mais simples e plano, tanto que o rendimento do primeiro dia foi bastante proveitoso.

Basicamente o início deste trecho era uma estrada de terra batida em meio a um pântano. Logo no começo, passamos por debaixo de algumas torres de alta-tensão. Dava para ouvir claramente o chiado da energia elétrica nos fios.

Últimos preparativos – verificando as câmeras para coletar boas fotos:

Eletricidade no ar - photo by Vê

Todos prontos para ir, com as mochilas enormes nas costas:

photo by Lex

Enfrentando os trechos de pântano. Este da ida até que foi tranqüilo:

Nem atolamos muito - photo by Jô

Trechos da trilha, ainda bem simples e aberta:

photo by Jô

photo by Vê

photo by Vê

photo by Vê

A primeira dificuldade: atravessar o rio sobre os troncos, com a mochila pesada nas costas. A bichinha acaba desequilibrando mesmo a gente:

Essa ainda era a parte fácil - photo by Jô

Mais um trecho pantanoso e o primeiro “acidente”. Vê enfia o pé na lama e a sola da sua bota (ou boot para os íntimos) descola e solta quase totalmente. Para prosseguir caminho, foi necessária uma “cirurgia de emergência”:

Silver Tape, rogai por nós!

Trilheira Fashion!

Como a região é bem próxima de áreas povoadas, encontramos bastante lixo no caminho. Na foto, eu com o que sobrou de um chinelo de algum trilheiro pé-de-frango:

Essas pegadas... Mas este homem tem 3 pés?!? photo by Vê

E no último pedaço da trilha deste dia, chegamos ao rio, aonde fizemos trechos alternando entre terra firme e por dentro do leito até chegarmos no ponto do primeiro acampamento.

Hora de molhar o pé! photo by Vê

Hora de voltar a escrever por aqui, depois de mais um longo hiato.

Vou aproveitar e falar sobre a viagem de aventura do carnaval deste ano. Nosso destino: Paranapiacaba, sua trilha de cachoeiras e o Vale da Morte.

Nossos personagens: Lu, , Lex , e eu.

Abaixo, o mapa do trajeto percorrido. Entramos na trilha pelo ponto “1” e saímos pelo ponto “2” quatro dias depois. A distância em si não foi tão longa (o percurso total deu mais ou menos 10km), mas com um desnível de 330 metros entre o ponto de entrada e o ponto mais distante que chegamos – no acampamento 3.

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Na noite pré-viagem, os preparativos. A maior parte do material espalhado no chão da sala da casa da Lu, pronto para ser acondicionada nas costas de cada andarilho:

Detalhe do gato vistoriando o material – photo by Vê

Vê se mostrando apaixonada pelo presente dado especialmente para viagem – um isolante térmico inflável:

photo by Jô

Para preparar os ânimos para o passeio, foi uma noite regada a comida japonesa:

Shimeji com Nirá – photo by Vê

E com um pouco de tabuleiro para relaxar:

Blokus – photo by Vê

No dia seguinte acordamos cedo, resolvemos algumas pendências e fomos até a estação da Luz pegar o trem para Rio Grande da Serra. E eis nossos aventureiros no seu passeio tranqüilo e confortável de trem, ainda limpos e arrumados:

Lu, apoiada no mochilão do Lex

Jô dá um último trato no Lex

Depois do trem pegamos um ônibus que nos deixou na estrada, na boca da trilha. E então começou mesmo a aventura. Mas essa parte da história fica para o post seguinte.

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