Descendo do ônibus, já entramos na trilha que sai direto da estrada. Este trecho ainda era bem mais simples e plano, tanto que o rendimento do primeiro dia foi bastante proveitoso.

Basicamente o início deste trecho era uma estrada de terra batida em meio a um pântano. Logo no começo, passamos por debaixo de algumas torres de alta-tensão. Dava para ouvir claramente o chiado da energia elétrica nos fios.

Últimos preparativos – verificando as câmeras para coletar boas fotos:

Eletricidade no ar - photo by Vê

Todos prontos para ir, com as mochilas enormes nas costas:

photo by Lex

Enfrentando os trechos de pântano. Este da ida até que foi tranqüilo:

Nem atolamos muito - photo by Jô

Trechos da trilha, ainda bem simples e aberta:

photo by Jô

photo by Vê

photo by Vê

photo by Vê

A primeira dificuldade: atravessar o rio sobre os troncos, com a mochila pesada nas costas. A bichinha acaba desequilibrando mesmo a gente:

Essa ainda era a parte fácil - photo by Jô

Mais um trecho pantanoso e o primeiro “acidente”. Vê enfia o pé na lama e a sola da sua bota (ou boot para os íntimos) descola e solta quase totalmente. Para prosseguir caminho, foi necessária uma “cirurgia de emergência”:

Silver Tape, rogai por nós!

Trilheira Fashion!

Como a região é bem próxima de áreas povoadas, encontramos bastante lixo no caminho. Na foto, eu com o que sobrou de um chinelo de algum trilheiro pé-de-frango:

Essas pegadas... Mas este homem tem 3 pés?!? photo by Vê

E no último pedaço da trilha deste dia, chegamos ao rio, aonde fizemos trechos alternando entre terra firme e por dentro do leito até chegarmos no ponto do primeiro acampamento.

Hora de molhar o pé! photo by Vê

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